Economia e conservação na Amazônia

Mais de 4 milhões de km² de Floresta Amazônica contribuem para o equilíbrio do sistema climático global. A área supera em mais de 10 vezes o tamanho de um país como a Alemanha e, pela sua importância, será tema central da atuação brasileira na Conferência do Clima, a COP 23, que começa na próxima segunda-feira (06/11) na cidade alemã de Bonn. A última matéria da série sobre a o Brasil na COP 23 aborda o potencial da floresta e as ações do governo federal para a conservação do bioma.

A queda no desmatamento resulta das medidas voltadas para a Amazônia. A redução foi de 16% entre agosto de 2016 e julho de 2017, em relação ao período imediatamente anterior. Esse é o intervalo de tempo usado para a medição do corte raso no bioma. “Conseguimos reverter a curva de desmatamento em decorrência da recomposição do orçamento dos órgãos de fiscalização”, analisa o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho.

Gestores do RJ recebem formação ambiental

Nesta segunda-feira (9/10), gestores e técnicos de prefeituras de 20 municípios do estado do Rio de Janeiro participam do 2º Encontro de Gestores Municipais, evento que faz parte do Programa Nacional de Formação e Capacitação de Gestores Ambientais do Ministério do Meio Ambiente (MMA). O 1º Encontro ocorreu na semana passada, nos dias 5 e 6/10, em Itaocara (RJ). Este 2º encontro, na capital do estado, começa hoje e segue até amanhã.

Além de mobilizar os gestores para a realização do curso Estruturação da Gestão Ambiental Municipal, oferecido na plataforma de educação a distância do MMA, o encontro busca promover a formação e a troca de experiências entre os gestores ambientais municipais. “O programa de capacitação está em implementação em 19 estados, atendendo à crescente demanda por processos continuados de formação de gestores ambientais municipais”, disse a diretora do Departamento de Educação Ambiental do MMA, Renata Maranhão. “O êxito do programa se deve à atuação sinérgica e compartilhada do MMA junto aos órgãos estatuais de meio ambiente”, acrescentou.

Copa Verde traz resultados socioambientais

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou, nesta terça-feira (31/10), no Ministério do Meio Ambiente (MMA), os resultados socioambientais da Copa Verde, campeonato de futebol marcado por ações que estimulam a consciência ecológica. Disputada por equipes das regiões Norte e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo, a competição é acompanhada de atividades com consciência ecológica, como a reciclagem de materiais, concursos de redação com temas ambientais, aulas de futebol para crianças em situação de vulnerabilidade e compensação das emissões de carbono.

Na edição de 2017, o campeonato evitou a emissão de 19 toneladas de carbono e gerou uma economia de 51,6 m³ de água por meio da coleta de resíduos sólidos; destinou à reciclagem 2,57 toneladas de garrafas pet e compensou todo o carbono emitido pela competição (265 toneladas de CO2) por meio do plantio de 1.450 mudas de árvores em Anapu (PA), entre outras ações.

Congresso discute saneamento ambiental

A pressão sobre os recursos hídricos tende a aumentar na medida em que a população aumenta. Por isso, a busca por métodos, tecnologias e políticas que favoreçam o seu uso de forma racional e parcimoniosa é imperativa, sobretudo nos dias de hoje. Com essas palavras, o secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Jair Tannús Júnior, defendeu iniciativas como o reuso da água no Brasil.

Jair Tannús Júnior participou do 29º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, nessa quinta-feira (5/10), em São Paulo. Durante três dias, de 3 a 5 de outubro, o evento reuniu 4 mil congressistas em 49 debates. Com o tema central Saneamento Ambiental: Desenvolvimento e Qualidade de Vida na Retomada do Crescimento, o evento termina nesta sexta-feira (6/10), com uma agenda de visitas técnicas.

O secretário do MMA destacou, em sua apresentação, a importância de trabalhos sobre uso racional e reuso da água. “Ainda carecemos de políticas públicas que institucionalizem e fomentem a prática de uso racional e de reuso de água em todo o território nacional”, afirmou. Nesse sentido, Jair Tannús reforçou o apoio à realização de eventos e estudos que subsidiem os trabalhos do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) sobre o assunto. “Esses trabalhos devem fornecer subsídios técnicos relevantes para uma possível normatização futura sobre a matéria", enfatizou.

Proibida no Paraná a pesca de espécies nativas

A partir de hoje, quarta-feira (01/11/2017), e até o dia 28 de fevereiro do ano que vem, a pesca de espécies nativas está proibida nos rios e reservatórios do Paraná. A medida visa proteção da fauna aquática, pois é durante esse período, conhecido como piracema, que a maioria das espécies se reproduz.

A restrição é baseada pela instrução normativa 25/2009 do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Hídricos), e pela portaria do IAP (206/2016). Durante esse período, IAP e Polícia Ambiental reforçarão as ações de fiscalização em todo Estado.

Ministério prorroga prazo para salvaguardas

Os interessados terão até 5 de novembro para enviar contribuições ao 2º Sumário de Salvaguardas, que apresenta como os direitos e os conhecimentos de povos indígenas e de povos e comunidades tradicionais e outros aspectos estão sendo considerados nas ações de redução do desmatamento na Amazônia. O objetivo é possibilitar a ampla participação da sociedade na construção do documento.

Para participar, é necessário preencher a planilha de contribuições e enviá-la para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., com o seguinte assunto: [Segundo Sumário][Contribuições]. Após o fim do prazo, o MMA avaliará a forma de inclusão das sugestões no documento. A previsão é que o relatório seja entregue à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) até o fim do ano.

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